Conheça as mais recentes inovações tecnológicas para o tratamento de cáries

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Um dos motivos mais comuns para visitar um dentista hoje em dia é tratar a cárie dentária. Cárie é o termo médico para buracos nos dentes. 

Estes podem ser buracos microscópicos, quase imperceptíveis, até grandes áreas infestadas que podem causar muitos problemas. A cárie pode ser evitada, mas se já houver furos, é necessário tratamento.

O tratamento da cárie visa impedir que a cárie se espalhe ao selar bem a área afetada. Assim, a doença dentária não deve ocorrer novamente. 

Na maioria dos casos, o material dentário que foi perdido devido a cárie ou tratamento também deve ser substituído.

Ao escolher o tratamento, é levado em consideração até que ponto a cárie já progrediu. Quanto mais fundo penetra no dente, mais complexo é o tratamento.

Quando a cárie começa, medidas gerais podem ser suficientes como escovar os dentes regularmente e minuciosamente com pasta de dente contendo flúor e usar fio dental.

Tipos de tratamento de cárie

Atualmente, existem geralmente quatro maneiras diferentes aceitas pelos planos de saúde familiar para curar a cárie dentária. 

O tratamento é realizado por especialistas na área de odontologia, sendo recomendado um dos seguintes tipos de tratamento de cárie, dependendo do caso.

Inovações tecnológicas para o tratamento de cáries

Uma alternativa para tratar a cárie é a tecnologia laser. As bactérias são removidas usando raios laser. A vantagem deste método é que é menos doloroso.

Dois outros novos métodos de tratamento de cárie vêm dos Estados Unidos e da Suécia. Atualmente, o tratamento de cárie com ar comprimido está sendo testado nos EUA. 

Pequenas partículas de um ingrediente ativo especial são pulverizadas nas áreas cariadas com ar comprimido. Essas partículas destinam-se a separar bactérias e podem ser removidas com um aspirador.

Na Suécia, está sendo testado um gel aplicado em áreas com cárie. Isso deve tornar as áreas tão macias que podem ser facilmente raspadas depois. 

Método do ícone

Ambos os métodos ainda estão em fase de teste e não fazem parte do tratamento padrão para cárie.

Outro novo método que os dentistas já estão usando é a infiltração com plástico (também conhecido como método dos ícones). 

O orifício no dente não é perfurado, mas preenchido com plástico por fora. As bactérias devem ficar fechadas e, portanto, tornam-se inofensivas.

Processo de remineralização do dente

Cientistas britânicos desenvolveram um sistema para reverter o processo de degradação do esmalte dental, estimulando o processo de remineralização do dente, que cura assim sem a necessidade de brocas, agulhas ou amálgamas.

As sessões dolorosas e temidas do dentista podem em breve ser uma lembrança. De fato, graças a uma equipe de cientistas britânicos, foi desenvolvido um novo método que promove a remineralização e a reconstrução do esmalte dentário, que cura assim sem a necessidade de brocas, agulhas ou recheios.

A perda dos minerais que compõem o esmalte torna os dentes mais facilmente atacados pelos ácidos produzidos pelas bactérias, que podem causar cáries. Mas se esse processo puder ser revertido?

Essa é a promessa dos cientistas do King’s College London, que criaram um novo dispositivo para a Reminova Ltd que reverte eletricamente o processo de degradação de minerais.

A nova técnica envolve acelerar o processo natural pelo qual o cálcio e o fosfato retornam ao dente e reparam qualquer falha. Este dispositivo promove e acelera o processo natural de reparo dentário.

Embora a possibilidade de explorar esse processo tenha sido estudada em odontologia há décadas, os resultados obtidos pelos cientistas ainda não haviam sido alcançados. 

Mas agora o método poderá estar disponível em breve para todos os dentistas.

O tratamento desenvolvido por Reminova ocorre em duas fases:

  1. A primeira prepara a parte danificada da camada externa de esmalte do dente para acomodar a próxima fase, que envolve o uso de uma pequena corrente elétrica que literalmente empurra os minerais no dente, para que possam reparar a parte danificada. O defeito é, portanto, remineralizado em um processo indolor que não requer perfuração, injeções e sem preenchimento de materiais.
  2. As descargas elétricas já são usadas pelos dentistas para verificar a polpa ou o nervo de um dente; o novo dispositivo usa uma corrente elétrica muito menor do que a usada atualmente nos pacientes e que não pode ser sentida pelo paciente.

A nova técnica foi apelidada de “remineralização eletricamente acelerada e aprimorada” (EAER), e a empresa acredita que poderá colocá-lo no mercado dentro de três anos.

Em suma, será realmente o fim das dolorosas sessões no dentista? Provavelmente sim, mas isso não deve ser um incentivo para negligenciar a higiene bucal, que é a primeira arma de defesa contra doenças dentárias e gengivais.

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